Empreendedorismo e inovação são temas que estimulam participantes da Latinoware

outubro 17, 2013 as 6:43 por

“Empreendi. E agora?” foi o tema da palestra de Antonio Estanislau de Oliveira Neto, nesta quinta-feira (17), na Latinoware, que trouxe definições sobre como aprimorar o conhecimento para ser um bom empreendedor. O palestrante afirma que as pessoas precisam substituir a noção de sorte pela estimativa de riscos. E, para alcançar os objetivos como empreendedor, listou aspectos importantes que influenciam nessa ação.

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“Empreendi. E agora?” foi o tema da palestra de Antonio Estanislau de Oliveira Neto

Durante a palestra, Antonio evidenciou as atitudes e pensamentos que o indivíduo precisa estar adepto para gerar bons resultados, como ter comprometimento, confiança, intenções, ideias e foco – o principal item para saber onde se quer chegar. Também falou em como é importante estimular a capacidade de convencimento e o conhecimento, fontes da eficácia nas atividades empreendedoras e inovadoras.

A necessidade de ser uma pessoa proativa diante de uma oportunidade, ter estratégias de investimento e elaborar um plano de marketing, buscando “trabalhar com pessoas, não para as pessoas”, também foi enfatizada pelo palestrante. Antonio também deu dicas sobre como fazer empreendedorismo sem necessariamente abrir um negócio.

Para quem já tem sua micro ou pequena empresa ou deseja ter, a palestra do analista técnico do Sebrae, Fábio Santos, trouxe a ideia de empresas inovadoras. A inovação, segundo ele, possibilita um aumento no faturamento de aproximadamente 50% em relação a outras empresas.

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O analista técnico do Sebrae, Fábio Santos, trouxe a ideia de empresas inovadoras

O analista destacou que o Brasil caiu no índice global de inovação e ficou em 64º lugar entre 142 países. Esse resultado foi divulgado em julho de 2013, pela Universidade Cornell, localizada nos Estados Unidos. Uma das principais causas da mortalidade de pequenos negócios no Brasil é falha no sistema de controle de gestão. Atualmente, no Brasil, os micro e pequenos negócios não atingem dois anos de atividade. Já a maior taxa de sobrevivência das empresas está nas regiões de Rondônia e Roraima.

Um dos destaques foi a apresentação é o programa SebraeTec, que vai investir mais de R$ 700 milhões em inovação nos pequenos negócios do Brasil nos próximos dois anos. A ferramenta permite aos pequenos negócios, de qualquer setor econômico, acesso a conhecimentos tecnológicos existentes na infraestrutura de ciência, tecnologia e inovação por meio de subsídio de até 80%.

O momento é de oportunidade. Segundo dados do Sebrae, 76% dos pequenos negócios possuem computadores, mas 66% dessas empresas não possuem sistemas de gestão. Esse nicho de mercado oferece às empresas de tecnologia, informação e comunicação a chance de ganhar mercado, especialmente com produtos em software livre, pois a implantação é mais acessível.

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